06 30th, 2009

Através de um convite muito especial as instrutoras do VITTALIS Wellness Center, Franciele Casarin e Andreia Acco,estarão no estande da Technotraining apresentando a Plataforma Vibratória PULSE aos visitantes do 17°Congresso Científico Internacional de Estética/Exposição Internacional da Beleza Estétika 2009. O evento acontece entre os dias 6 a 9 de agosto, no Anhembi, em São Paulo.
Durante os quatros dias a feira mobiliza mais de 25 mil congressistas e visitantes de todo o Brasil, que participam das conferências, workshops e vários cursos internacionais que ocorrem em paralelo ao evento.

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Mais informações www.congressoestetica.com.br



06 30th, 2009

O equipamento Plataforma Vibratória Pulse (similar ao Power Plate®) é um dispositivo vibratório de elevada qualidade que dá origem a uma nova dimensão em soluções de boa forma, reabilitação e condicionamento físico para todas as idades, estilos de vida e capacidades físicas. Utiliza os princípios de Acceleration Training™ para estimular a resposta natural do corpo à vibração. Estas vibrações transmitem estímulos neuromusculares ao corpo, ativando contrações musculares entre 30 e 60 vezes por segundo, otimizando o resultado geral em sessões de 30 minutos por dia, 3 vezes por semana.
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A tecnologia Acceleration Training™ na Plataforma Vibratória oferece uma série de benefícios, que vão desde uma melhoria imediata da circulação sanguínea até os mais variados resultados mensuráveis: tais como o aumento da força, resistência e flexibilidade muscular, melhor amplitude articular, redução da celulite, aumento da densidade óssea, alívio da dor e sensibilidade e recuperação mais rápida. Esta tecnologia de vibração tridimensional e os seus benefícios baseiam-se numa intensa pesquisa médico-científica independente e acadêmica.

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06 18th, 2009

 O Pilates aliado a outras técnicas, traz benefícios diferentes para quem pratica. Tem para todos os gostos, dos exercícios mais dinâmicos aos mais estáticos.
Para Franciele Casarin, fisioterapeuta dos estúdios Vittalis, a dica é mesclar as atividades, com exercícios mais pesados e técnicas de relaxamento. O equilíbrio fará com que o corpo responda melhor aos exercícios e o resultado aparecerá com mais rapidez. Quem tem um trabalho estressante e se cansa só de pensar em se exercitar, a dica é mesclar o Pilates com técnicas terapêuticas de massagem, como a Liberação Miofascial. Segundo a fisioterapeuta, essas pessoas podem apresentar leves dores nas costas, no pescoço, nas pernas, e a massagem de liberação/mobilização ajuda a amenizar esse mal estar. A prática do Pilates, nesse caso, entra como um exercício de fortalecimento muscular e melhora postural.
Outra indicação é associar o Pilates com a plataforma vibratória. Essa associação trabalha a resistência física e auxilia no ganho de massa muscular, acelerando o processo de definição da musculatura. A junção do Pilates, mais dinâmico, e da Plataforma Vibratória, mais estático, mantém o metabolismo mais acelerado.

 

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06 15th, 2009

Na hora de pensar em uma atividade física, associamos a ela nossa saúde e auto estima, sempre focados no físico.
Mas, além desses benefícios, os exercícios podem ser a ajuda para apimentar a relação a dois. O pilates é um ótimo aliado para melhorar o desempenho sexual. Por trabalhar especialmente os músculos da região pélvica (ou do quadril), os exercícios tendem a deixar os praticantes com mais disposição para o sexo.
Segundo a fisioterapeuta Daisy Chaves, diversos fatores contribuem para isso: o desenvolvimento da capacidade respiratória; maior capacidade de concentração; aumento da resistência, da força e da flexibilidade corporal; e redução de dores como as das costas, por exemplo.
“A força que o pilates dará aos músculos da região abdominal e da pelve, muito usados durante a relação sexual, ajuda na sustentação e na durabilidade do ato sexualâ€, afirma a fisioterapeuta.
Algumas mulheres sofrem com o relaxamento da musculatura pélvica após a gravidez ou no período da menopausa, o que pode reduzir o prazer durante a relação. Esse problema pode ser corrigido com exercícios de pilates focados no fortalecimento dessa região.
O resultado é um maior conforto e prazer durante o ato sexual. Além disso, com a liberação da serotonina (substância liberada ao praticar atividade física e que está ligada ao humor e ao prazer) há uma diminuição do estresse, que pode ser o maior inimigo na hora H.
“A substância propicia uma sensação de bem-estar que certamente contribui para deixar a pessoa mais sensível aos estímulos sexuaisâ€, explica Daisy.
Os movimentos de abrir e fechar a perna e o de empurrar e encaixar os quadris feitos no pilates trabalha com o períneo e os adutores, os mesmos usados nas posições sexuais. Fortalecer essa musculatura só pode ajudar a melhorar a desempenho na da relação a dois.
“Há certas posições sexuais que exigem sustentabilidade dos músculos abdominais e dos braços, tanto para mulheres, quanto para os homens. A força proporcionada pelos exercícios do pilates evita, inclusive, as dores no dia seguinteâ€, aconselha Daisy.
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Fonte: http://saude.terra.com.br/interna
 

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Vittalis de cara nova

Autor: admin
06 10th, 2009

Para marcar todas as mudanças, novas instalações, inauguração do Estúdio na academia Summit, uma nova identidade visual foi desenvolvida para a Vittalis.

Clique na imagem abaixo e confira nossa nova marca já impressa em cartão de visitas e flyer institucional.

 

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AULA INICIAL DE PILATES PROMOVE EFEITO AGUDO NA FLEXIBILIDADE DA MUSCULATURA ISQUIOTIBIAL
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De acordo com Delisa e Gans (2002) a principal função do músculo é se encurtar e desenvolver tensão e, para Dantas (1991) além disso constituem um componente fundamental da flexibilidade.
Os músculos esqueléticos são compostos de várias fibras musculares, e cada fibra contém várias miofibrilas. Cada miofibrila, por sua vez, contém cerca de 1500 filamentos de miosina e cerca de 3000 filamentos de actina, que são grandes moléculas polimerizadas de proteínas, responsáveis pela contração muscular (Guyton, 1997). O sarcômero é a unidade contrátil da miofibrila, que é composto de pontes transversas de actina e miosina, que se sobrepõem e dá ao músculo a capacidade de contrair-se e relaxar-se (Kisner e Colby, 1998).
Quando um músculo se contrai, os filamentos de actina e miosina deslizam juntos e o músculo se encurta. Quando um músculo relaxa, as pontes transversas se separam levemente e o músculo retorna ao seu comprimento de repouso (Kisner e Colby, 1998).
Conforme Guyton (1997) fisiologicamente as fibras musculares são compostas de miofibrilas que formam a unidade fundamental do encurtamento e alongamento muscular, onde o comprimento das fibras variam, em geral, de poucos milímetros a até 70 centímetros. Sendo assim, o alongamento ou relaxamento muscular (retorno da contração) trata-se de um aumento no comprimento do músculo que pode ser analisado fisiologicamente em relação aos discos Z (ganho elástico) e sarcômero (ganho plástico); ou como Kisner e Colby (1998) terapeuticamente entre origem e inserção, levando em consideração o arco de movimento.
Quando um tecido mole é alongado ocorre tanto alterações elásticas quanto plásticas. A elasticidade é a capacidade do tecido mole em retornar ao seu comprimento de repouso após o alongamento passivo de curta duração enquanto a plasticidade é a tendência do tecido mole assumir um comprimento novo e maior após a força de alongamento ter sido removida (Kisner e Colby, 1998).
Segundo Proske (1997) citado por Frontera, Dawson e Slovic (2001) dois reflexos espinais, iniciados pelo fuso muscular e pelo órgão tendinoso de Golgi (OTG), influenciam a flexibilidade muscular.
O fuso muscular é o principal órgão do músculo, o qual monitora a velocidade e duração do alongamento, detectando alterações no comprimento do músculo, e se o mesmo é de caráter estático ou dinâmico (Durigon, 1995). As fibras do fuso muscular são sensíveis à rapidez com a qual um músculo é alongado. As fibras aferentes primárias (tipo Ia) e secundárias (IIa) originam-se nos fusos musculares, fazem sinapse com motoneurônio alfa ou gama, respectivamente, e facilitam contração das fibras extrafusais e intrafusais (Dantas, 1991).
O órgão tendinoso de Golgi está localizado entre as fibras do tendão e é excitado por altas tensões das mesmas. É um mecanismo de proteção que inibe a contração do músculo no qual ele está (Dantas, 1991). Tem um limiar muito baixo de disparo (dispara facilmente) após uma contração muscular ativa e tem um alto limiar de disparo para o alongamento passivo (Kisner e Colby, 1998).
Quando as fibras extrafusais se contraem, uma força é aplicada ao órgão tendinoso de Golgi, que envia uma mensagem para a medula espinal resultando em inibição do músculo agonista e contração do antagonista. Assim, o reflexo tendinoso de Golgi, aumenta a capacidade do músculo para estirar e o reflexo do fuso previne o alongamento muscular (Frontera, Dawson e Slovic, 2001).
Tanto as características mecânicas dos tecidos contráteis e não contrateis quanto às propriedades neurofisiológicas do tecido contrátil afetam o alongamento do tecido mole (Kisner e Colby, 1998).
A flexibilidade é a capacidade de alongamento das estruturas que compõem os tecidos moles (músculos, tendão, tecido conjuntivo) através da amplitude de movimento articular disponível (Andrews, Harrelson e Wilk, 2000) onde o músculo é o maior contribuinte à amplitude de movimento de uma articulação ou série de articulações (Anderson e Burke, 1991; Corbin,1984 citado por Frontera, Dawson e Slovic, 2001). E deve ser medida como uma percentagem no comprimento muscular ou no ângulo articular (Frontera, Dawson e Slovic, 2001).
 
A flexibilidade pode ser dividida em estática – onde a articulação move-se através de uma amplitude de movimento passiva, e dinâmica – onde a amplitude de movimento é ativa, dependendo de força muscular e da liberdade do membro para se mover (Frontera, Dawson e Slovic, 2001).
O método Pilates, desenvolvido no início da década de 1920 por Joseph Humbertus Pilates, teve como base o conceito da contrologia – controle consciente de todos os movimentos musculares do corpo (Pilates, 2000 citado por Kolyniak, Cavalcante e Aoki, 2004). É a utilização e aplicação dos princípios das forças que atuam sobre os ossos do esqueleto, com conhecimento dos mecanismos funcionais do corpo, e a compreensão total dos princípios de equilíbrio e gravidade aplicados em cada movimento (Pilates, 2000 citado por Kolyniak, Cavalcante e Aoki, 2004).
Os exercícios do método Pilates trabalham o corpo todo, desenvolvendo força muscular e flexibilidade, melhorando as relações musculares, agonista e antagonista (Kolyniak, Cavalcante e Aoki, 2004). Atualmente o método vem sendo aplicado em diversos indivíduos, de diversas idades, saudáveis ou não e com variadas finalidades: – tratamento de distúrbios da coluna vertebral (Blum, 2001; Kolyniak, Cavalcante e Aoki, 2004; Vad, Mackenzie e Root, 2003); – incremento da flexibilidade (Rogers e Gibson, 2006; Segal, Hein e Basford, 2004); – melhora na composição corporal e endurance muscular (Rogers e Gibson, 2006; Oviatt, Linch e Brilla, 2006; Segal, Hein e Basford, 2004; Muscolino e Cipriani, 2004; Muscolino e Cipriani, 2004; Herrington e Davies, 2005), entre outros. Uma vez que o método Pilates vem sendo amplamente utilizado com a finalidade de incrementar a flexibilidade corporal, o objetivo deste estudo foi verificar o efeito agudo do método sobre o alongamento da musculatura isquiotibial.
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MATERIAIS E MÉTODOS
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Amostra
Os indivíduos participantes deste estudo foram selecionados aleatoriamente no VITTALIS Studio Pilates, Joinville-SC, no período de março a junho de 2006. A amostra foi composta por 18 indivíduos voluntários do gênero feminino, com idade média de 26,11 ± 5,48 anos, selecionadas entre os praticantes de Pilates atendidos neste período.
Os indivíduos selecionados para participar da amostra eram iniciantes no método Pilates, e não realizavam outro tipo de treinamento físico. Todos os participantes foram informados detalhadamente sobre os procedimentos utilizados e concordaram em participar de maneira voluntária do estudo, assinando um termo de consentimento livre e esclarecido.
Descrição do Método Pilates
A aula de Pilates teve duração média de 60 minutos, realizada individualmente, em nível iniciante, usando-se aparelhos específicos do método: Reformer, Cadilac, Wunda-chair, Barrel. Foram realizados exercícios de alongamento e fortalecimentos globais associados ao controle da respiração, alinhamento corporal e a realização do “centrando†– powerhouse (co-contração dos músculos: transverso do abdômen, multífido, assoalho pélvico e diafragma).
Exercícios Realizados:
1-Spine stretch (Alongamento da coluna);
2-Spine stretch (Alongamento da coluna) – variação;
3-Hamstring stretch (Alongamento do tendão da perna);
4-Swan front (Nadando de frente);
5-Stomach massage series (Série de massagem no estômago);
6-Long stretches: Elephant (Elefante);
7-Front splits (Abertura de frente);
8-Running (Correndo);
9-Tower (Torre);
10-Monkey (Macaco);
11-Leg series supine: circles (Série de pernas elevadas: Círculos);
12-Footwork double leg pumps: heels (Trabalho dos pés: calcanhares);
13-Front splits (variação) (Abertura de frente: variação);
14-Arms: up and down (Braços: para cima e para baixo);
15-Arms: Biceps (Braços: biceps);
16-Arms: Pulling (Braços: puxada);
17-Triceps front (Tríceps);
18-Pull up (Para cima);
19-Sit up (Sentando);
20-Rolling Back: down/up (Rolando para baixo/cima);
21-Stretches front (Alongando de frente).
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A aula foi realizada com alternância dos equipamentos Reformer, Cadilac, Wunda-chair, Barrel onde realizaram-se os seguintes exercícios nesta ordem. Spine stretch (Alongamento da coluna) – Cadilac; Spine stretch (Alongamento da coluna) – variação – Cadilac; Hamstring stretch (Alongamento do tendão da perna) – Wunda chair; Swan front (Nadando de frente) – Wunda-chair; Stomach massage series (Série de massagem no estômago) – Reformer; Long stretches: Elephant (Elefante) – Reformer; Front splits (Abertura de frente) – Reformer; Running (correndo) – Reformer; Tower (Torre) – Cadilac; Monkey (Macaco) – Cadilac; Leg series supine: circles (Série de pernas elevadas: Círculos) – Cadilac; Footwork double leg pumps: heels – Chair; Front splits (Abertura de frente) (variação) – Reformer; Arms: up and down (Braços: para cima e para baixo) – Reformer; Arms: Biceps (Braços: biceps) – Reformaer; Arms: Pulling (Braços: puxada) – Reformer; Triceps front (Tríceps) – Reformer; Pull up (Para cima) – Chair; Sit up (Sentar) – Cadilac; Rolling Back: down/up (Rolando para baixo/cima) – Cadilac; Stretches front (Alongando de frente) – Barrel.
Foi realizada uma série de seis repetições em cada exercício, levado até o limite de força e/ou de flexibilidade do aluno. O tempo de duração dos exercícios foi equivalente a dois ciclos respiratórios completos (Inspira para prepara, expira para movimentar, inspira mantendo a posição e expira para retornar a posição inicial).
Avaliação da Flexibilidade da Musculatura Isquiotibial
O método de avaliação da flexibilidade da musculatura isquiotibial é objetivo e reprodutível da avaliação muscular. Os indivíduos foram avaliados, pré e pós realização da aula de Pilates, através do equipamento Flexímetro TM, Code Research Institute (0 – 360°) de maneira idêntica: deitados em decúbito dorsal, com flexímetro fixado na altura do joelho. O eixo do movimento foi fixado na articulação do quadril, tendo sido feitas três repetições passivas do movimento de flexão do membro inferior (estendido) sobre o quadril. O membro inferior contralateral permaneceu estendido em repouso sobre a maca. O indivíduo permitiu fazer toda a amplitude de movimento de que fosse capaz de suportar, dentro dos seus limites álgicos e de amplitude de movimento.
 
 
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O parâmetro avaliado foi à amplitude de movimento da articulação do quadril (em graus), permitida pela flexibilidade isquiotibial. Os testes de flexibilidade foram realizados no VITTALIS Studio Pilates, Joinville-SC.
Analise Estatística
Os valores médios dos dados obtidos nas duas avaliações pré-aula e pós-aula foram comparados através do teste t de Student para amostras dependentes com nível de significância de p < 0,05.
O parâmetro avaliado foi à amplitude de movimento da articulação do quadril (em graus), permitida pela flexibilidade isquiotibial. Os testes de flexibilidade foram realizados no VITTALIS Studio Pilates, Joinville-SC.
Analise Estatística
Os valores médios dos dados obtidos nas duas avaliações pré-aula e pós-aula foram comparados através do teste t de Student para amostras dependentes com nível de significância de p < 0,05.
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RESULTADOS
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A amplitude de movimento de flexão
do membro inferior sobre o quadril apresentou aumento no parâmetro analisado (flexibilidade isquiotibial – em graus) para ambos os membros inferiores conforme pode ser observado na tabela 1.
Com relação à amplitude média de movimento de flexão do membro inferior sobre o quadril (flexibilidade isquiotibial – em graus) analisada neste estudo, houve um aumento significativo (p < 0,05) para ambos os membros inferiores analisados (MID pré aula: 91,33° ± 8,76 (média ± desvio padrão); MID pós aula: 100°,79 ± 14,79; MIE pré aula: 91,29° ± 8,35; MIE pós aula: 102,70° 10,54.
 
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DISCUSSÃO
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Flexibilidade tem sido definida como a gama de movimento sobre uma articulação ou uma série relacionada de articulações (Sands, 2002). Alongamento estático simples é o meio mais popular para aumentar flexibilidade (Bloomfield e Wilson, 1998). Alongamento é categorizado baseado na forma como o movimento de alongamento é executado estaticamente ou dinamicamente.
Alongamento também é categorizado baseado na forma como o movimento é alcançado, de forma ativa ou passiva, ou se o movimento é alcançado por tensão de músculo agonista ou por inércia, gravidade, ou ambos (Hubley-Kozey, 1991).
Flexibilidade recebeu recente atenção baseada numa compreensão mais moderna do papel do alongamento e flexibilidade em prevenção de danos (Shrier, 2004). Alongamento também foi associado com uma perda aguda de força máxima e potência (Mcneal e Sands, 2001; Schilling e Stone, 2000). Este efeito, porém, pode ser melhorado por atividades seguidas de alongamento que envolve movimentos mais rápidos (Young e Behm, 2003). Métodos para aumentar amplitude de movimento além de movimento estático e balístico, e mais recentemente facilitação neuromuscular proprioceptiva, foram amplamente estudados. Atividades como esporte e fisioterapia podem beneficiar-se de métodos que podem aumentar amplitude de movimento relativamente depressa e facilmente (Sands e colaboradores, 2006).
Para que haja amplitude de movimento normal é necessário haver mobilidade e flexibilidade dos tecidos moles que circundam a articulação, ou seja, músculos, tecido conjuntivo e pele. Uma amplitude de movimento sem restrições e sem dor é necessária para desempenhar a maioria das tarefas cotidianas funcionais, assim como atividades ocupacionais e recreativas e, parece ser também um fator importante na prevenção de lesões novas ou recorrentes (Kisner e Colby, 1998).
Neste estudo observou-se que o método Pilates foi eficaz para promover aumento agudo na flexibilidade da musculatura isquiotibial, a qual está envolvida com alterações posturais e dores crônicas em membros inferiores e na coluna vertebral. Os exercícios realizados em uma aula de Pilates trabalham tanto o fortalecimento quanto o alongamento muscular, realizados sempre em posturas anatomicamente corretas. O fortalecimento é trabalhado de forma isométrica, excêntrica e também concêntrica, já o alongamento engloba exercícios ativos, passivos, dinâmicos e estáticos.
Estudos realizados por Segal, Hein e Basford (2004) com 32 sujeitos acompanhados por 6 meses, para analisar os efeitos do Pilates na flexibilidade de membros inferiores (distância mão-chão), composição corporal (bioimpedância) e condição de saúde (questionário e escala analógica) observou aumento significativo na flexibilidade de membros inferiores. No entanto, os efeitos na composição corporal e condição de saúde foram limitados e difíceis de estabelecer. Outro estudo avaliou a eficácia do método Pilates para o alívio de dor lombar em pacientes com protusão discal (Vad, Mackenzie e Root, 2003). Participaram do estudo 50 sujeitos divididos em dois grupos de 25 sujeitos. Um grupo realizou os exercícios do método Pilates e Yoga medicinal fazendo uso de medicamentos analgésicos, o outro grupo somente realizou tratamento medicamentoso. Neste estudo foi observado que um programa de exercícios bem elaborado para pacientes com problemas em discos intervertebrais pode diminuir a protusão no disco enquanto, restaura a flexibilidade, força, endurance, estabilidade e postura com resultados superiores ao tratamento medicamentoso e com menor recorrência da dor lombar. Observo-se que o método Pilates pode ser eficaz e proveitoso para tratar pacientes com dor lombar crônica e descondicionados. Resultados estes que também foram observados por Blum (2001) o qual utilizou o método Pilates e quiropraxia para tratar um adulto com escoliose.
Vários estudos discutem as diferentes formas de alongamento, comparando sua eficácia. No método Pilates elas são realizadas concomitantemente (ativo, passivo, estático, dinâmico) e provavelmente, seus efeitos se somam. Tanigawa, (1972) propôs que melhorias ocorridas em pacientes, que usam alongamento passivo, podem ser resultado de inibição autogênica e força de tração aplicada ao músculo. As características viscoelasticas musculares são tais que quando tensão for aplicada por um período constante, o músculo relaxará gradualmente e aumentará em comprimento.
 
.O resultado é normalmente uma amplitude de movimento maior na articulação que o músculo cruza. Com inibição autogênica, é inibido o músculo que está alongado e relaxa simultaneamente, resultando num aumento da amplitude de movimento. Porém, estudos (Medieros, 1977; Taylor, 1990) indicam que esse relaxamento muscular é principalmente devido a força de tração (tensile stress) em lugar da inibição autogênica que é responsável por qualquer melhoria observada com alongamento passivo.
Alongamento ativo também coloca uma força de tração no músculo alongado, mas aumentos adicionais no comprimento são alcançados por relaxamento por inervação recíproca (Kandel, Schwartz e Jessell, 2000). No caso de um grupo muscular encurtado (agonista), ativando os músculos antagonistas em um movimento de contração, inibe-se o grupo agonista de contrair, enquanto lhes é permitindo relaxar e alongar. Embora os mecanismos neurológicos de relaxamento muscular no alongamento ativo e passivo são diferentes baseado em modelo animal, a força de tração está comum a ambos os tipos de alongamento e provavelmente é o fator primário para aumentar a flexibilidade muscular. Isto poderia explicar por que os programas de alongamento ativos e passivos são igualmente efetivos melhorando a flexibilidade muscular com o passar do tempo (Winters e colaboradores, 2004).
O método Pilates preconiza a melhoria das relações musculares, equilibrando agonistas e antagonistas. De acordo com o Sistema de Equilíbrio de Movimento de Sahrmann (Movement Balance System) (MBS), alongamento ativo é pretendido para aumentar a flexibilidade dos músculos encurtados enquanto concomitantemente melhora a função dos músculos antagonistas e “equilibra†o comprimento e função característicos dos agonistas, resultando em função muscular melhorada e trauma de tecido diminuído (White e Sahrmann, 1994).
White e Sahrmann (1994) defenderam o uso de alongamento ativo como um meio de aumentar a flexibilidade muscular enquanto concomitantemente melhora a função muscular de antagonistas. Esse alongamento incorpora concomitante contração ativa do músculo antagonista conferindo benefícios a esses músculos que não são experimentados com um programa de alongamento passivo. Embora alongamento ativo é pretendido para melhorar a função de um músculo (White e Sahrmann, 1994), antagonista, não foi demonstrado ser mais efetivo que alongamento passivo para alongar o músculo agonista encurtado (Bandy, Irion e Briggler, 1998).
Programas de alongamento para aumentar flexibilidade de músculo são freqüentemente usados por fisioterapeutas no atendimento de pacientes, como um meio de aumentar a amplitude de movimento. Estudo realizado por Winters e colaboradores (2004) proposto para determinar se alongamento ativo e passivo resultam numa diferença na melhora da amplitude de movimento da extensão do quadril em pacientes com músculo flexor do quadril encurtado, verificou em seus resultados que tanto o alongamento passivo quanto o ativo são igualmente efetivos para aumentar a amplitude de movimento, presumivelmente devido a flexibilidade muscular aumentada dos flexores do quadril encurtados.
Em outro estudo realizado por Montgomery e colaboradores (2001) proposto para determinar a eficácia de um alongamento ativo isolado comparado a um alongamento passivo estático da musculatura isquiotibial, mostrou diferença não significativa na amplitude de movimento ganha, entre os dois tipos de alongamento. Os resultados deste estudo indicam que, embora ambas as técnicas de alongamento aumentam significativamente a flexibilidade isquiotibial, alongamento ativo isolado não foi mais efetivo do que alongamento passivo estático. Dentro de cada grupo de alongamento, o valor do aumento da amplitude de movimento ativa e passiva foi similar.
Um material viscoelástico quando mantido à mesma tensão aumentará com o passar do tempo em comprimento. Alternativamente, se o material viscoelástico é estirado a um comprimento novo e mantido constante, declinará com o passar do tempo em tensão (tensão-relaxamento). Estes procedimentos viscoelásticos poderiam ser benéficos em exercício excêntrico, pois uma diminuição em produção de força a um determinado alongamento pode conduzir a uma redução no nível de dano em tecido conjuntivo e muscular (Wessel e Wan, 1994).
 
Dano muscular também acontece a um nível crítico de tensão durante alongamento, no entanto, a flexibilidade aumentada pode também prevenir dano alongamento-induzido. Isto é de significação particular para músculos biarticulares que são sujeitados a maiores níveis de tensão que músculos uniarticulares. Quando um músculo é alongado onde os fusos musculares também estão alongados, impulsos sensórios são enviados à espinha dorsal para indicar que um músculo está alongando. Impulsos eferentes são mandados de volta para o músculo da espinha dorsal fazendo o músculo contrair. Se o alongamento continuar por pelo menos 6 segundos, os órgãos tendinosos de Golgi enviam impulsos sensórios à espinha dorsal que causa um relaxamento reflexivo do músculo antagonista. Este relaxamento reflexivo permite o músculo agonista alongar por relaxamento, enquanto reduzindo o risco de dano muscular. Uma curta duração de alongamentos limita assim o tempo disponível para os órgãos tendinosos de Golgi responderem à mudança em comprimento e tensão dos músculos (Shellock e Prentice, 1985).
Os resultados deste trabalho foram significativos, provavelmente, pela soma das diferentes formas de alongamento (ativo, passivo, estático, dinâmico) contidos no método Pilates.
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CONCLUSÃO
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A partir deste estudo foi possível verificar alterações na flexibilidade aguda da musculatura isquiotibial, através de testes de amplitude de movimento, pré e pós aula do método Pilates. Foi observado incremento significativo na flexibilidade isquiotibial nos sujeitos que participaram deste estudo.
Existem evidências convincentes dos benefícios de uma amplitude de movimento sem restrições e sem dor para desempenhar tarefas de vida diária, atividades ocupacionais, recreativas e físicas, assim como da eficácia das mais variadas formas de alongamento muscular para aumentar a flexibilidade de vários grupos musculares.
Sugere-se que outros estudos deverão ser realizados para ratificar esses resultados e estendê-los a outros grupos musculares, populações e a longo prazo, incluindo o controle de um número maior de variáveis potencialmente intervenientes.

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Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício, São Paulo, v.3, n.14, p.161-170. Março/Abril. 2009. ISSN 1981-9900. 

Franciele Casarin Trevisol  |  Silvana da Silva



Vittalis na TV

Autor: admin
06 9th, 2009

 

O estúdio Vittalis concedeu entrevista para uma matéria no programa Fabíola Bernardes. A fisioteraupeuta Francielle Casarin conversou sobre os benefícios do Pilates, veja o vídeo na íntegra.

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06 8th, 2009

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A sabedoria popular diz que “você é o que come†e não podia ser mais verdade. A comida que ingerimos tem um grande impacto na nossa saúde e bem-estar. De maneira dinâmica de prevenir e tratar desordens crônicas complexas através da detecção e correção dos desequilíbrios que geram as doenças destaca-se a Nutrição Funcional. Estes desequilíbrios ocorrem devido a inadequação da qualidade da nossa alimentação, do ar que respiramos, da água que bebemos, dos exercícios (a mais ou a menos) e alterações emocionais que passamos.

Entre os principais desequilíbrios nutricionais destacam-se: obesidade, ansiedade e compulsividade, aumento das taxas de gorduras no sangue, disfunções hormonais, anorexia, bulimia, alterações no sono e no humor, dificuldades de aprendizagem, concentração ou memorização, alterações na libido, diabetes, artrites, câncer, depressão, Alzheimer, Parkinson, entre outros.

As informações que colocamos em nosso organismo determinarão o seu funcionamento. Caso você não goste de como sua máquina está funcionando, mude as informações que oferece a ela! Melhor ainda, “contrate†um programador, o nutricionista funcional, para lhe ajudar nesta tarefa. Comer bem e de forma equilibrada é um dos melhores investimentos que você pode fazer para a sua saúde. Invista em si mesmo, cuide da sua alimentação!

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Dra. Tatiane Florenço Woginski

Nutricionista – CRN 2 8143

Graduada pela Univali, Itajaí.

Especializanda em Nutrição Clínica Funcional pela VP/UNICSUL.

Aperfeiçoamento em Fitoterapia Funcional e Nutrição e Saúde da Mulher pela VP.

 

 

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