



 Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e EstatÃstica (IBGE), existem hoje no paÃs aproximadamente 18 milhões de pessoas com mais de 60 anos. Até 2025, serão 30 milhões de idosos, que representarão cerca de 13% da população.
               Após os 60 anos, ocorre no indivÃduo sedentário uma importante redução da força muscular, afetando principalmente os membros inferiores e o tronco, com diminuição da velocidade de andar e maior incidência de quedas e fraturas. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), de 5% a 10% dessa população sofre algum tipo de acidente doméstico grave e a falta de aptidão fÃsica também compromete a realização de tarefas simples do cotidiano.
               ExercÃcios fÃsicos bem dosados e supervisionados podem retardar essa perda de força, protegendo o idoso de acidentes e devem ser acompanhados por uma equipe médica multidisciplinar – pois é necessário estabelecer os limites de segurança do ponto de vista cardiocirculatório, pulmonar, metabólico e musculoesquelético. É também muito importante a comunicação contÃnua entre a equipe médica, o paciente e os profissionais das áreas de fisioterapia e educação fÃsica que supervisionarão diretamente os exercÃcios.
               Paralelamente aos medicamentos, os exercÃcios fÃsicos exigem dose certa para obter a melhora da saúde, e o excesso ou execução não supervisionada põe em risco especialmente a população idosa. Para o alcance dos benefÃcios completos, reduzindo o risco de lesões, deve ser elaborada uma prescrição médica e estabelecida uma orientação e supervisão individualizada de modalidades, intensidades e freqüências adequadas de exercÃcios.
               Os exercÃcios de flexibilidade com alongamentos e treino de força são fundamentais para melhorar a sustentação muscular e o amortecimento de impactos e, dessa forma, reduzir acidentes e lesões degenerativas do aparelho locomotor, como as decorrentes de osteoartrose.
               A melhora da força e da massa muscular é também importante na prevenção e tratamento de distúrbios como a osteoporose, a obesidade e o diabetes – com evidentes pesquisas sobre a sua importância no tratamento e na melhora da qualidade de vida nas insuficiências cardÃacas e pulmonares de evolução crônica.
               O VITTALIS Wellnes Center, em Joinville, conta com uma equipe multidisciplinar e multiprofissional (fisioterapeutas e educadores fÃsicos) preparada para orientar e acompanhar cada caso, assegurando aos seus clientes os limites seguros de execução de exercÃcios adequados conforme suas patologias e condições clÃnicas.
               A equipe de profissionais atende pessoas de todas as idades, do adolescente à terceira idade, buscando a equação ideal entre exercÃcios x benefÃcios para a saúde através de modalidades mais evoluÃdas: o método Pilates e a Plataforma Vibratória. A atividade fÃsica supervisionada acrescentará mais anos à vida dos idosos e, ainda mais importante, acrescentará mais vida a estes anos, com qualidade e segurança.
               Venha conhecer todos os benefÃcios que só a VITTALIS sabe proporcionar a sua saúde e bem-estar. Agende uma aula experimental sem compromisso.
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Fonte: Revista Gol | Nº 89 | Agosto 2009
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ExercÃcios beneficiam mais as mulheres
Autor: admin
Diferenças hormonais favorecem as mulheres, diz estudo que comparou o impacto da atividade fÃsica na saúde de ambos os sexos.
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Muitos estudos já haviam mostrado que a atividade fÃsica melhora os nÃveis de colesterol e faz o risco de doenças cardiovasculares cair. Mas poucas pesquisas haviam avaliado o impacto dos exercÃcios na saúde de homens e mulheres.
Estudo publicado no Journal of Lipid Research, que acompanhou 8 700 pessoas durante 12 anos, mostrou que todos os indivÃduos que somaram 180 unidades metabólicas por semana a mais de exercÃcio – o equivalente a uma hora a mais de atividade fÃsica leve ou 30 min a mais de moderada – exibiram queda significativa do nÃvel de triglicérides no sangue e aumento do bom colesterol, o HDL. Mas a queda mais perceptÃvel do mau colesterol, o LDL, foi observada nas mulheres, especialmente nas negras. Altos nÃveis de LDL estão relacionados a doenças do coração.
Os autores especulam que os resultados se devem a diferenças hormonais existentes entre os sexos. As diferenças raciais possivelmente se devem a variações genéticas, dizem os pesquisadores, mas são necessárias mais investigações.
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