



Entre as aulas em Joinville e os cursos solicitados pelo Brasil afora, Franciele Casarin ainda consegue estar sempre antenada com as pesquisas e a evolução dos segmentos da medicina que envolve saúde, beleza e bem-estar.
Representando a Vittalis Wellness Center no VII CONGRESSO MUNDIAL DE MEDICINA ESTÉTICA, que acontece entre os dias 25 a 27 de março no Rio de Janeiro, a fisioterapeuta já tem articulado algumas novidades para Joinville. O evento vai abordar temas como medicina antienvelhecimento, cirurgia estética, obesidade e celulite, dermatologia, entre tantos outros conteúdos científicos especificamente dirigidos ao universo “wellness”.
“Minha presença neste Congresso faz parte de um conjunto de ações programadas para 2010, que contempla o contínuo processo de atualização que a Vittalis desenvolve integrada às áreas de saúde e estética. Durante estes três dias estarei mergulhada numa profunda reciclagem que sintetiza todos os princípios nos quais se baseia o meu trabalho. Esta é uma oportunidade única para ver reunidos os grandes nomes e acompanhar os avanços tecnológicos da saúde nacional e internacional”, conta a fisioterapeuta, informando também que vêm muitas novidades por aí…
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Alguns dos eventos que compõem a programação do Congresso:
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IX Simpósio Internacional de Medicina Antievelhecimento
VIII Congresso Brasileiro de Medicina Antienvelhecimento
V Congresso Ibero-Americano de Medicina Antienvelhecimento
VIII Convenção Brasileira de Medicina Estética
VII Congresso Pan-Americano de Cirurgia Estética
VI Encontro Internacional de Obesidade e Celulite
IX Fórum de Envelhecimento Cutâneo
XI Jornada Brasileira de Dermatologia Estética
I Encontro Nacional de Ginecologia e Obstetrícia Estética
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A programação completa pode ser acompanhada através do link http://www.regencyeventos.com.br/janela_evento.php?id=218
O evento ocorre no Hotel Intercontinental, no Rio de Janeiro.
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Entre as vértebras da coluna vertebral se encontram discos intervertebrais fibrocartilaginosos, os quais absorvem impactos, diminuem o atrito e proporcionam suporte estrutural para a coluna. Essa função amortecedora do disco o submete a constantes pressões, podendo levar a um desgaste: degeneração discal ou discopatia degenerativa. Fatores como o envelhecimento, lesões repetitivas e a carga genética tmbém contribuem a esse desgaste.
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Como os discos possuem um escasso suprimento sangüíneo, não há capacidade de regeneração. Os discos nessas condições, sofrem rupturas internas, conduzindo a uma diminuição do espaço discal intervertebral. Assim, é possível que os nervos sejam pinçados e sofram compressão gerando dor na coluna irradiada para os membros. Esta dor pode variar de leve, severa e debilitante. E pode ser aliviada quando assumimos uma posição que diminui a pressão sobre os discos.
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É comum a perda da capacidade de amortecimento pela redução na altura e pelo endurecimento das estruturas discais.
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O tratamento não cirúrgico pode incluir medicação, fisioterapia e métodos para tratamento da dor. Caso esses não melhore o quadro do paciente, o médico pode indicar a cirurgia.
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Também em casos de discopatia degenerativa, o PILATES tem sido bastante indicado por médicos e elogiado pelos praticantes. Pois, trata-se de um método que atinge o objetivo do aluno de forma efetiva e segura, se baseando na respiração simultâneo aos músculos centrais do corpo, que promove estabilização e proteção às articulações, como a coluna vertebral; e no equilíbrio muscular. Então, o aluno terá alívio e controle das dores, pois a coluna estará bem estruturada devido ao reforço muscular da região e ao condicionamento postural. O praticante de PILATES normalmente tem uma ótima qualidade de vida, pela disciplina da prática, consciência corporal e finalmente pela estabilização do quadro doloroso.
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Além da ênfase nas trações (com precauções de caso para caso), os exercícios de alongamentos e força são prescritos com muita cautela, analisando cada indivíduo, pois além da patologia em questão, há várias outras especificações individuais do aluno que devem ser respeitadas e consideradas para um resultado concreto e prevenção de novas lesões. As informações e educação do aluno para as atividades da vida diária também são focadas. Métodos como calor local, o ultrasson, tens, etc podem ajudar na analgesia.
Fonte: www.revistapilates.com.br


